domingo, setembro 26, 2021
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BRASILEIROS: APRENDAM A FAZER UM BONECO DE NEVE!

Entre os dias 28 e 29 de julho, 80 cidades da região Sul registraram neve. Com essa situação, as redes sociais foram tomadas com fotos desse momento e, claro, que ele não poderia ficar de fora: o boneco de neve.

Como no nosso país não é comum ter neve com tanta frequência e em grande quantidade, o fato se torna um momento único. Na tentativa de eternizar esse momento, várias pessoas criam um boneco de neve inspirado nos filmes americanos. Contudo, as versões brazucas nunca chegam aos pés das gringas.

Mas por que isso acontece? Será falta de jeito do brasileiro com artesanato ou tem algum motivo maior por trás disso?

O meme do boneco de neve brasileiro

meme do boneco de neve feio voltou à tona com as quedas de temperatura, mas o bullying com a nossa versão é antigo. Em 2013, com a passagem de uma massa polar no país, vários gaúchos resolveram criar suas versões do boneco de neve. Infelizmente, na tentativa de fazer uma releitura do Olaf, o boneco de neve do filme Frozen, nós acabamos criando versões não tão amigáveis do personagem.

Com falta de matéria-prima adequada, os brasileiros acabam criando versões curiosas do tradicional boneco de neve. (Fonte: Twitter/Reprodução)Com falta de matéria-prima adequada, os brasileiros acabam criando versões curiosas do tradicional boneco de neve. (Fonte: Twitter/Reprodução)

Por que os bonecos de neve no Brasil são feios?

Para além da falta de experiência na criação dos bonecos de neve, os especialistas explicam os motivos que dificultam o processo. Primeiramente, é importante entender que existem vários tipos de neve.

Por exemplo, esquiadores preferem a neve que acabou de cair e está bem fofinha, pois isso ajuda na hora de esquiar. Outro ponto importante, é a quantidade de neve necessária para criar um bom boneco. O meteorologista da Univali Sergey Alex de Araújo explica que para fazer um boneco bonito é preciso de 30 centímetros de neve.

Em 2021, novamente uma série de fotos têm aparecido na timeline dos usuários, mas há uma grande diferença entre expectativa e realidade das criações. (Fonte:Twitter/Reprodução)Em 2021, novamente uma série de fotos têm aparecido na timeline dos usuários, mas há uma grande diferença entre expectativa e realidade das criações. (Fonte:Twitter/Reprodução)

Porém, as incidências de neve no país são passageiras e duram apenas algumas horas, não sendo suficiente para cair no chão e acumular uma boa camada da matéria. Assim, na hora de montar o boneco, além da neve derreter fácil, acabamos utilizando uma mistura de sujeira e terra, que acaba deixando nossos modelos medonhos.

Portanto, o nosso problema nem é a qualidade da neve, mas sim a falta de quantidade dela. Vale lembrar que, sempre que vemos os bonecos em filmes, há camadas imensas de neve e fica bem claro de que naquele local neva a dias ou que houve uma grande nevasca.

Como montar um boneco de neve perfeito?

Agora que você já sabe quais são os principais motivos que impedem a criação de belos bonecos de neve, aqui vão algumas dicas. Primeiramente, a neve precisa estar boa para ser moldada. O ideal é que ela esteja úmida, mas em pedaços. Caso ela esteja muito seca e firme, você pode molhá-la um pouco para soltar os blocos.

Outro erro que cometemos é montar o boneco no meio do chão, ali mesmo onde a neve caiu. Nesse caso, acabamos misturando grama, lama e sujeira. Portanto, procure um local plano e na sombra e que tenha uma base boa com neve.

Como temos pouca quantidade de neve, nosso boneco deve ser uma versão em miniatura. Pegue a neve limpa e forme duas bolas, uma maior para a base e uma menor para a cabeça.

Depois é hora de usar a criatividade, os galhos servem como braços, sementes podem compor o rosto e não esqueça de colocar um cachecol e um gorro no boneco. Agora sim, só fazer pose e xiiis, pronto para postar nas redes sociais.

Fonte: MegaCurioso

Estamos no caminho certo para um colapso global, descobre novo estudo do infame relatório dos anos 1970

A sociedade humana está no caminho certo para um colapso nas próximas duas décadas se não houver uma mudança séria nas prioridades globais, de acordo com uma nova reavaliação de um relatório dos anos 1970, informou o Vice.

Nesse relatório — publicado no livro best-seller “Limites do crescimento” (1978, na edição brasileira) — uma equipe de cientistas do MIT (EUA) argumentou que a civilização industrial estava fadada ao colapso se corporações e governos continuassem a perseguir um crescimento econômico contínuo, sem se importar os custos para o planeta. Os pesquisadores previram 12 cenários possíveis para o futuro, a maioria dos quais previu um ponto onde os recursos naturais se tornariam tão escassos que um crescimento econômico adicional se tornaria impossível, e o bem-estar pessoal despencaria.

O cenário mais infame do relatório – o cenário de Negócios Como de Costume (NCC) – previu que o crescimento econômico mundial atingiria o pico por volta da década de 2040, e depois enfrentaria uma forte desaceleração, juntamente com a população global, a disponibilidade de alimentos e os recursos naturais. Esse “colapso” iminente não seria o fim da raça humana, mas sim um ponto de virada social que veria os padrões de vida cairem ao redor do mundo por décadas, escreveu a equipe.

Então, qual é a perspectiva para a sociedade agora, quase meio século depois que os pesquisadores do MIT divulgaram seus prognósticos? Gaya Herrington, pesquisadora de sustentabilidade e análise dinâmica de sistemas da consultoria KPMG, decidiu descobrir. Na edição de novembro de 2020 do Yale Journal of Industrial Ecology, Herrington se voltou para pesquisas que havia iniciado como estudante de pós-graduação na Universidade de Harvard no início daquele ano, analisando as previsões de “Limites para o Crescimento” ao lado dos dados mais atuais do mundo real.

Herrington descobriu que o estado atual do mundo — medido por 10 variáveis diferentes, incluindo população, taxas de fertilidade, níveis de poluição, produção de alimentos e produção industrial — se alinhava extremamente bem com dois dos cenários propostos em 1972, ou seja, o cenário NCC e um chamado Tecnologia Abrangente (TA), no qual os avanços tecnológicos ajudam a reduzir a poluição e aumentar o abastecimento de alimentos, mesmo com o escoamento dos recursos naturais.

Embora o cenário da TA resulte em um choque menor para a população global e o bem-estar pessoal, a falta de recursos naturais ainda leva a um ponto em que o crescimento econômico diminui drasticamente — ou seja, um colapso repentino da sociedade industrial.

“[Os cenários NCC] e TA mostram uma parada no crescimento dentro de uma década ou mais a partir de agora”, escreveu Herrington em seu estudo. “Ambos os cenários indicam, portanto, que continuar os negócios como de costume, ou seja, buscar crescimento contínuo, não é possível.”

A boa notícia é que não é tarde demais para evitar esses dois cenários e colocar a sociedade no caminho para a recuperação — o cenário do Mundo Estabilizado (ME). Ou seja limitar deliberadamente o crescimento econômico por conta própria, antes que a falta de recursos nos obrigue a fazê-lo.

“O cenário ME pressupõe que, além das soluções tecnológicas, as prioridades sociais globais mudem”, escreveu Herrington. “Uma mudança de valores e políticas se traduz em, entre outras coisas, família pequena, perfeita disponibilidade de controle de natalidade e uma escolha deliberada de limitar a produção industrial e priorizar serviços de saúde e educação.”

Em um gráfico do cenário de ME, o crescimento industrial e a população global começam a se nivelar logo após essa mudança de valores. A disponibilidade de alimentos continua a aumentar para atender às necessidades da população global; poluição diminui e o esgotamento dos recursos naturais começa a nivelar, também. O colapso social é evitado inteiramente.

Esse cenário pode soar como uma fantasia — especialmente quando os níveis de dióxido de carbono atmosférico disparam. Mas o estudo sugere que uma mudança deliberada ainda é possível.

Herrington disse à Vice.com que o rápido desenvolvimento e implantação de vacinas durante a pandemia COVID-19 é um testemunho da engenhosidade humana diante das crises globais. É inteiramente possível, disse Herrington, que os humanos respondam de forma semelhante à crise climática em curso se fizermos uma escolha deliberada e em toda a sociedade.

“Ainda não é tarde demais para a humanidade mudar propositalmente o curso para alterar significativamente a trajetória do futuro”, concluiu Herrington em seu estudo. “Efetivamente, a humanidade pode escolher seu próprio limite ou, em algum momento, atingir um limite imposto, momento em que um declínio no bem-estar humano se tornará inevitável.”

Gaudêncio ganha R$ 10 mil em processo contra Ciro e doará valor para combate às drogas

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) foi condenado a pagar indenização de R$ 10 mil, mais juros e correções, ao ex-vice-prefeito de Fortaleza Gaudêncio Lucena por dano moral decorrente de comentários ofensivos divulgados no Facebook. Lucena deve destinar o valor para instituições de combate às drogas. A decisão é em primeira instância, cabendo recursos.

Segundo consta na decisão da juíza Antônia Dilce Rodrigues Feijão, da 36ª Vara Cível de Fortaleza, o ex-vice-prefeito afirmou que, em março de 2015, Ciro proferiu comentários ofensivos e caluniosos a seu respeito na rede social supracitada com objetivo de prejudicar a imagem e honra do requerente. O caso ocorreu no contexto do rompimento do grupo dos Ferreira Gomes com o então senador Eunício Oliveira (MDB). A mensagem dita por Ciro foi a seguinte: “Enquanto isso, Euníc$$o e sua quadrilha, da qual esse cidadão faz parte, vai faturar quase UM BILHÃO DE REAIS junto à assaltada Petrobras. Atenção, autoridades, só uma empresa desta quadrilha conseguiu um contrato SEM LICITAÇÃO e claramente SUPERFATURADO de TREZENTOS MILHÕES DE REAIS! O nome da empresa é MANCHESTER! E a ouvidoria da PETROBRAS fez ouvidos moucos para as denúncias!”.

Durante o processo, a defesa de Ciro alegou que em nenhum momento citou o nome de Gaudêncio no comentário e que “o teor da postagem apenas traduz o democrático exercício ao direito constitucional da liberdade de expressão”, que no contexto de trocas de críticas entre políticos, torna-se “absolutamente inseparável da emissão de juízos de valor acerca das qualidades e defeitos das pessoas públicas envolvidas”.

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Entretanto, a magistrada destacou que a Constituição Federal assegura tanto a liberdade de pensamento, quanto o direito à honra e reforçou entendimento de que “nenhum direito fundamental, calcado na Constituição Federal, possui valência absoluta frente a outros direitos também fundamentais” e que Ciro, exacerbando o direito de livre expressão, macularam a honra e a imagem do autor, causando-lhe danos morais”.

O pedetista deve arcar ainda “em custas processuais e honorários advocatícios, estes no montante de 15% (quinze por cento) sobre o valor da condenação” A decisão foi publicada no último dia 14 de julho.

 

Fonte: O Povo

POR QUE AS MULHERES COMPETEM DE BIQUÍNI EM ALGUMAS MODALIDADES?

Recentemente, o time feminino de handebol de praia da Noruega foi multado pela Federação Europeia de Handebol por ter competido usando shorts em vez de biquínis. De acordo com uma reportagem do The New York Times, o uso de biquínis é mandatório para mulheres dentro da modalidade, enquanto os homens podem usar shorts “não muito largos” e que permaneçam a 10 cm acima do joelho.

Ao longo dos últimos anos, essas regras vêm sendo contestadas pela equipe norueguesa, que não concorda com a disparidade entre gêneros. Na visão do time, a questão não é retirar os biquínis de uma vez por toda dos esportes, mas ser contra a obrigatoriedade criada por algumas modalidades apenas para as mulheres.

Uso de biquíni nos esportes

(Fonte: Reprodução/Twitter)(Fonte: Reprodução/Twitter)

Principalmente em esportes de verão, que são jogados nas praias, os biquínis costumam ser uma opção frequente de uniformes. Como no caso do handebol e do vôlei de praia, esse tipo de vestimenta pode ser ótimo para jogar no calor e se locomover rapidamente pela areia.

Entretanto, esse não é um estilo que agrada todas as atletas. “Eu nunca me senti confortável em jogar de biquíni”, disse Jennifer Kessy, medalhista de prata na Olimpíada de Londres em 2012, para o Today. “Eu me peguei ajustando minha peça o tempo todo e, além de constrangedor, claro, tirava meu foco da partida que eu estava jogando”, afirmou Kessy.

Na visão de Kessy, o argumento de que os biquínis seriam mais práticos para a prática de esportes na areia não funciona para ela. Para a atleta norte-americana, é muito mais fácil para a areia entrar nesse tipo de traje ao realizar um mergulho de peito e não é nem um pouco fácil de lidar com esse problema depois.

Busca por liberdade

(Fonte: Wikimedia Commons)(Fonte: Wikimedia Commons)

Ao contrário de outras modalidades femininas, algumas atletas não são obrigadas a competir de biquíni. Entretanto, muitas delas acabaram ficando acostumadas com esse modelo de uniforme e os utilizam até hoje por ser algo que já ficou marcado em suas rotinas.

Após ser criticada por sua roupa ser inapropriadamente curta, a atleta britânica paraolímpica Olivia Breen disse em suas redes sociais: “eu tenho usado o mesmo estilo de roupas de baixo sprint por muitos anos e elas são projetadas especificamente para competir”.

Sejam roupas curtas demais, sejam longas demais, as mulheres parecem sempre serem alvo de críticas. Porém, a luta por liberdade de escolha do que elas podem usar nas modalidades esportivas não deveria ser algo passível de multa.

Fonte: Mega Curioso

Covil de rei exilado por razões misteriosas em 806 d.C. é descoberto

Uma caverna britânica foi identificada como o refúgio de um rei anglo-saxão exilado, de acordo com arqueólogos.

Anchor Church Caves, localizada ao lado do rio Trent em uma parte isolada no centro da Inglaterra, foi considerada por muito tempo uma “loucura” do século XVIII — uma edificação extravagante feita apenas pela ornamentação ou como uma piada.

Mas um novo estudo revelou que a caverna teve um propósito real. A estrutura de 1.200 anos foi construída durante a vida tumultuada do rei nortumbriano Eardwulf, que foi perseguido e removido de seu trono para viver como um eremita, e mais tarde se tornou um santo.

A lenda local diz que Eardwulf, ou St. Hardulph, como ele foi conhecido mais tarde, viveu dentro da caverna depois de ter sido deposto e exilado por razões misteriosas em 806 d.C. Um fragmento de um livro do século XVI afirma que Eardwulf ”tem uma cela em um penhasco [próximo de] Trent’ e o rei banido foi enterrado em 830 d.C. em um local a apenas 8 quilômetros da caverna.

(Crédito da imagem: Edmund Simons /Royal Agricultural University)

Edmund Simons, arqueólogo da Royal Agricultural University na Inglaterra e principal investigador do projeto, está convencido de que Eardwulf vivia nas cavernas vigiado de perto por seus inimigos.

“As semelhanças arquitetônicas com edifícios saxões, e a associação documentada com Hardulph/Eardwulf, tornam a narrativa convincente de que essas cavernas teriam sido construídas, ou ampliadas, para abrigar o rei exilado”, disse Simons em um comunicado.

Eardwulf viveu e governou durante um tempo de frequente instabilidade política na Inglaterra medieval. Durante os séculos VII, VIII e IX, sete reinos-chave e mais de 200 reis foram assassinados e guerrearam uns contra os outros em uma disputa fervorosa e constante pela supremacia.

Eardwulf assumiu o trono em 796 após o assassinato de seus dois antecessores imediatos, e governou a Nortúmbria por apenas 10 anos antes de ser deposto (possivelmente, de acordo com alguns estudiosos, por seu próprio filho) para passar seus anos restantes no exílio no reino rival da Mércia.

“Não era incomum que a realeza deposta ou aposentada assumisse uma vida religiosa durante esse período, ganhando santidade e, em alguns casos, canonização”, disse ele. “Viver em uma caverna como eremita teria sido uma maneira alcançar isso.”

Eardwulf viveu na caverna junto com seus discípulos, pensam pesquisadores (Crédito da imagem: Edmund Simons/Royal Agricultural University)

Os pesquisadores reconstruíram o projeto original das cavernas, que inclui três quartos e uma capela voltada para o leste, usando medidas detalhadas, uma pesquisa com drones e um estudo cuidadoso das características arquitetônicas — que se assemelham muito a outras arquiteturas saxãs. Apesar de terem sido negligenciadas pelos historiadores até recentemente, as habitações nas cavernas podem ser “os únicos edifícios domésticos intactos que sobreviveram do período saxão”, disse Simons. A equipe identificou mais de 20 outras cavernas no centro-oeste da Inglaterra que podem datar do século V.

As Cavernas da Anchor Church foram mais tarde modificadas no século XVIII, de acordo com a equipe, quando foi relatado que o aristocrata inglês Sir Robert Burdett “a modificou para que ele e seus amigos pudessem jantar dentro de suas celas frias e românticas”, segundo os pesquisadores. Burdett adicionou alvenaria e molduras de janelas às cavernas, além de ampliar as aberturas para que mulheres bem vestidas pudessem entrar, disse o comunicado.

“É extraordinário que edifícios domésticos com mais de 1.200 anos sobrevivam, não reconhecidos por historiadores e arqueólogos” Disse Mark Horton, professor de arqueologia da Universidade Agrícola Real, que está liderando escavações de restos vikings e anglo-saxões em Repton, perto das cavernas, disse no comunicado. “Estamos confiantes de que outros exemplos ainda devem ser descobertos para dar uma perspectiva única sobre a Inglaterra anglo-saxã.”

Fonte: HypeScience

Polícia Federal combate em 3 estados venda maconha pela internet

A Polícia Federal e a Receita Federal

A Polícia Federal cumpre 17 mandados de busca e apreensão em três estados em uma operação realizada hoje (14) contra o tráfico de drogas na internet. A Justiça Federal determinou ainda o bloqueio de cinco perfis no Instagram que eram usados para comercializar maconha, informou a polícia.

As ações envolvem 70 policiais federais nas cidades de São José do Rio Preto (SP), Santa Fé do Sul (SP), Rio Claro (SP), Praia Grande (SP), Campos do Jordão (SP), São Paulo (SP), Contagem (MG) e Almirante Tamandaré (PR).

Segundo as investigações, os perfis na rede social eram usados para vender variantes de maconha de alto valor agregado que custavam até R$ 150 a grama. As drogas eram compradas, de acordo com a polícia, por um grupo de pessoas em São José do Rio Preto e elas faziam a revenda pelos Correios. Nos endereços das buscas, a Polícia Federal apreendeu drogas e dinheiro.

 

Fonte: EBC

Mega-Sena acumulada sorteia nesta quarta-feira R$ 65 milhões

A Mega-Sena sorteia nesta quarta-feira (14) um prêmio acumulado de R$ 65 milhões. As seis dezenas do concurso 2.390 serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo (SP).

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

Segundo a Caixa, caso apenas um apostador leve o prêmio da faixa principal e aplique todo o valor na poupança, receberá R$ 156 mil de rendimento no primeiro mês.

O valor de uma aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

Coritiba e Vasco duelam pelas primeiras posições na Série B

A noite de hoje tem duelo  direto na Série B do Campeonato Brasileiro. Coritiba e Vasco se enfrentam a partir das 21h30 (horário de Brasília), no estádio Couto Pereira, pela 11ª rodada da competição. Com dois jogos a menos que o líder Náutico e cinco pontos atrás, o Coxa precisa vencer para seguir na luta pela primeira posição. A única derrota da equipe foi na segunda rodada, contra o Botafogo, fora de casa. O time do técnico Gustavo Moringo tem a segunda melhor defesa da competição, com apenas quatro gols sofridos e pretende seguir bem no setor para o confronto desta noite, como diz o zagueiro Luciano Castán.

“O sistema defensivo da equipe exige que os dez jogadores de linha se dediquem ao máximo para a marcação. Todos os jogadores têm se entregado, desde o pessoal da frente até atrás. A comunicação ali atrás é muito importante, é um momento bom nosso na competição e a gente trabalhar para que isso dure o maior tempo possível”, disse o jogador durante coletiva.

O zagueiro Luciano vai enfrentar o irmão, Leandro Castán, pela segunda vez na carreira. A primeira foi no empate de 0 a 0 entre Vasco e CSA, pela Série A do Brasileiro, em 2019. Apesar do placar igual, o fim foi pior para Luciano, que acabou sendo rebaixado. O zagueiro falou da expectativa de enfrentar o irmão.

“É um confronto um pouco diferente. Não é habitual você enfrentar o irmão. Já tivemos essa experiência e foi um jogo bastante emocionante, diferente, mas é gostoso de jogar, de poder enfrentá-lo. Como eu sempre digo, ele é um espelho pra mim, minha referência e poder enfrentá-lo é um motivo de muita honra pra mim”, revelou o zagueiro.

O Coritiba deve entrar em campo com Wilson, Natanael, Henrique, Luciano Castán e Guilherme Biro; Willian Farias, Val e Robinho; Igor Paixão, Rafinha e Léo Gamalho.

Do lado cruzmaltino, a vitória fora de casa pode colocar a equipe pela primeira vez no G4 desta edição da Série B. A equipe de Marcelo Cabo venceu os dois últimos confrontos, em São Januário, sendo o mais recente contra o Sampaio Corrêa, terceiro colocado. O atacante Gabriel Pec espera sair do Couto Pereira com os três pontos e seguir como titular.

“A expectativa é a melhor possível, trabalhamos firme. Viemos de duas vitórias e vamos em busca da terceira para entrar no G4 e não sair mais de lá. Continuei trabalhando forte, o professor viu e eu pude entrar e fazer alguns bons jogos. Tive nova oportunidade de entrar como titular e soube aproveitar. Conseguimos duas vitórias e agora é continuar trabalhando e firme para continuar como titular”, disse Pec.

O Vasco deve jogar com Vanderlei, Léo Matos, Leandro Castán, Ernando e Zeca; Rômulo, Andrey, MT e Marquinhos Gabriel; Gabriel Pec e Germán Cano.

 

Fonte: EBC

Avenida Paulista terá espaço para ciclistas e pedestres no domingo

São Paulo - Movimento de pessoas na Avenida Paulista durante a fase vermelha da pandemia de covid-19 na capital.

No próximo domingo (18), a Avenida Paulista, na região central de São Paulo, ficará fechada para carros para permitir o lazer dos pedestres e ciclistas durante parte do dia, em caráter experimental.

De acordo com o Comitê de Eventos da Prefeitura, o tráfego de veículos ficará suspenso das 8h às 12h no trecho entre a Rua da Consolação e a Praça Oswaldo Cruz. A decisão foi tomada pelo comitê, levando em conta que 70% da população elegível já foi vacinada com ao menos uma dose contra a covid-19.

A avenida estava fechada ao público desde março de 2020, devido ao estado de emergência da capital em razão à pandemia do coronavírus. A ação ocorrerá em caráter experimental e de acordo com todos os protocolos sanitários estabelecidos pela Vigilância Sanitária, como o uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento entre as pessoas, sem aglomerações.

“Neste sentido, o horário para a intervenção, das 8h às 12h, foi escolhido justamente por ser um período mais tranquilo com relação ao número de frequentadores. De acordo com o funcionamento da Paulista, o Comitê irá analisar, em uma segunda etapa, a abertura do Vale do Anhangabaú, na região do Triângulo Histórico, no Centro da cidade”, disse a prefeitura, em nota.

 

Fonte: EBC

Vale anuncia descaracterização da sexta estrutura de barragem

A Vale anunciou hoje (13) ter finalizado a descaracterização da barragem Fernandinho, em Nova Lima (MG), localizada na Mina Abóboras, no Complexo Vargem Grande. Segundo a mineradora, é a sexta estrutura que tem o processo concluído desde a tragédia de Brumadinho (MG), ocorrida em janeiro de 2019.

O descomissionamento de barragens que utilizam o método de alteamento a montante se tornou obrigatório no país após o desastre. No episódio, uma estrutura a montante se rompeu e uma avalanche de rejeitos causou 270 mortes, destruiu comunidades e gerou devastação ambiental. Cerca de três anos antes, em novembro de 2015, um outro desastre com uma barragem similar, pertencente à Samarco, já havia tirado a vida de 19 pessoas em Mariana (MG).

“Com a conclusão das obras de descaracterização, que ainda será avaliada pelos órgãos competentes, Fernandinho deixa de ter características de barragem, perdendo a função de armazenamento de rejeitos e de água. No processo de descaracterização, 558 mil metros cúbicos de rejeitos foram removidos e um canal central de drenagem foi construído, com posterior revegetação e reintegração da área ao meio ambiente local. As atividades contaram com cerca de 540 trabalhadores”, informou a mineradora.

Dias depois da tragédia da Brumadinho, a Vale prometeu descaracterizar nove estruturas alteadas a montante. Já no mês seguinte, foi aprovada a Lei Estadual 23.291/2019, que tornou a medida obrigatória, fixando prazos. Em âmbito nacional, a Agência Nacional de Mineração (ANM) editou uma resolução com determinação similar.

Atendendo à legislação, a lista de estruturas da Vale submetidas à descaracterização contém 16 barragens, 12 diques e dois empilhamentos drenados. Em dezembro de 2019, a mineradora anunciou a conclusão do primeiro processo. Com o novo anúncio, já foram descaracterizadas as barragens 8B, Pondes de Rejeitos, Fernandinho e os diques Kalunga 2, Kalunga 3 e Rio do Peixe.

Em alguns casos, esses processos têm envolvido remoções de famílias que vivem em terrenos que seriam atingidas por uma eventual tragédia. A retirada de milhares de moradores de suas casas, em diversas cidades mineiras, foi uma realidade durante os meses que se seguiram após o rompimento da barragem de Brumadinho. No processo de descaracterização, novos estudos têm indicado, em alguns casos, a ampliação das áreas a serem evacuadas. Os atingidos, na maioria dos casos, estão morando em imóveis alugados pela mineradora responsável. A reparação dos danos causados a essas populações vêm sendo discutidos em diversas ações judiciais.

Muros de contenção

Muro de contenção
Muro de contenção – Divulgação/Vale

Outra medida que vem sendo adotada pela mineradora é a construção de muros de contenção, que atuariam como uma barreira para bloquear a passagem de uma onda de rejeitos. O anúncio feito hoje pela mineradora também registra a conclusão de uma dessas estruturas nas proximidades da Mina Fábrica. Localizada entre os municípios de Itabirito (MG) e Ouro Preto (MG), o muro tem 95 metros de altura e 330 metros de comprimento.

A estrutura concluída visa evitar eventuais tragédias envolvendo as barragens Forquilhas I, II, III, IV e Grupo. A situação de todas elas têm demandado um monitoramento 24 horas. Forquilhas III está atualmente no nível de emergência 3, que significa risco iminente de ruptura conforme a classificação estabelecida pela ANM. Já Forquilhas I, II e Grupo estão no nível 2. Por sua vez, Forquilha IV está no nível 1.

Na semana passada, a Vale também anunciou avanços na descaracterização de outras duas barragens em nível 3: B3/B4, em Nova Lima (MG), e Sul Superior, em Barão de Cocais (MG). Os rejeitos das duas estruturas começaram a ser removidos com equipamentos não tripulados controlados remotamente.

A barragem Sul Superior é a que demandou o maior número de remoções. Cerca de 500 pessoas precisaram deixar suas casas em Barão de Cocais. No início do mês, em uma audiência judicial de conciliação, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) apresentou vídeos com relatos de atingidos acerca dos impactos sofridos. Ficou definido que uma proposta de acordo para reparação dos danos deverá ser apresentada à Vale em 45 dias. A mineradora também terá 45 dias para dar uma resposta.

 

Fonte: EBC