Desde a introdução da personagem Wanda Maximoff em ‘Vingadores: Era de Ultron’, algumas coisas incomodavam os fãs na versão da personagem interpretada por Elizabeth Olsen. Seus poderes, que estão entre os mais incríveis do Universo Marvel nos quadrinhos, foram reduzidos a manipulação mental e energia vermelha genérica. E ela nunca era chamada de “Feiticeira Escarlate”.

Aí veio ‘WandaVision’, o seriado da Disney+ que abre a Fase 4 do Universo Cinematográfico da Marvel e serve também como história de origem e definição de personagem para Wanda – indo muito além do que foi mostrado e contado em ‘Era de Ultron’. E no sétimo episódio, ‘Nos Capítulos Anteriores’, que foi ao ar nesta sexta-feira (26), tivemos algumas respostas finalmente.

Daqui para frente discutiremos alguns dos acontecimentos do episódio – muitos dos quais podem ser considerados “spoilers”. Por isso, o resto do texto estará depois da foto do Visão preparando uns hambúrgueres. Leia por sua conta e risco.

Magia do Caos

No fim do episódio, depois de conduzir Wanda por alguns dos momentos mais traumáticos da sua vida, Agatha Harkness revela que a personagem é uma “Feiticeira Escarlate”, cujo principal poder é o controle da “Magia do Caos”.

E esse era o momento que todo fã dos quadrinhos estava finalmente esperando. Mais do que soltar raios de energia vermelha, a Feiticeira Escarlate possui a habilidade de manipular essa poderosa forma de magia, que lhe permite alterar a realidade e controlar várias formas de energia mística.

Wanda recebeu esse poder de um dos deuses antigos, Chthon, o Deus do Caos, que pretendia possuí-la quando fosse adulta (plano que foi frustrado pelos Vingadores). A Magia do Caos amplificou os poderes que Wanda já tinha, herdados da sua mãe, a Feiticeira Escarlate original. Wanda é tão poderosa que  chegou a ser escolhida para ser uma das candidatas a próxima Feiticeira Suprema – posto ocupado pelo Dr. Estranho.

 

Fonte: Olhar Digital